Perfil

Nasceu em 21 de março de 1964, em uma pequena cidade do sertão da Paraíba. Aos cinco anos, seus pais se mudam para Mato Grosso e, depois, para Rondônia.(...)
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Vale a pena

Arquivo de outubro de 2012

Os desafios da educação no Brasil

Já dizia Paulo Freire, “A educação não transforma o mundo. Educação muda pessoas. Pessoas transformam o mundo”. Sempre citamos a educação como principal pilar do desenvolvimento de qualquer país, e com o Brasil não é diferente. Recentemente muito tem sido comentado sobre um possível aumento de investimento do PIB na educação, passaríamos de 5,5% para 10%. Sabemos que a porcentagem do PIB brasileiro direcionado para educação está abaixo da média preconizada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o recomendado é 6,23%. A grande questão está na forma como esse valor é investido. Quais são, de fato, os desafios da educação brasileira?

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As eleições americanas

Além do Brasil, também é ano de eleição nos Estados Unidos. Lá, diferente do nosso país, o presidente não é eleito pelo voto direto – pela contagem dos votos válidos, mas por um colégio eleitoral formado por delegados estaduais. De acordo com a Constituição Americana, a escolha do presidente e do seu vice é feita pelo voto dos delegados estaduais. Os delegados, diferentemente, são escolhidos pelos eleitores.

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O direito à educação II

Em artigo anterior abordei o direito à educação no Brasil do ponto de vista constitucional e os números, apresentados em pesquisas recentes, que mostram a realidade negativa que ainda perdura na educação brasileira. Dessa vez vamos abordar os problemas que causam esses resultados.

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O direto à educação I

Todos os cidadãos têm direito à educação. No Brasil esta frase torna-se ainda mais forte visto que em nosso país há obrigatoriedade para uma etapa de ensino desde 1934. A educação se constitui como direito fundamental e essencial ao ser humano e diversos são os textos normativos que corroboram com tal afirmação.

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Um ato de retrocesso pelo direito à educação

Na última semana fomos surpreendidos pelo atentado contra a vida da menina paquistanesa Malala Yousafzai, de apenas 14 anos. Malala tornou-se conhecida ainda em 2009, quando manteve o blog “Diário de uma estudante paquistanesa” na BBC Urdu, onde comentava os impactos causados pelas medidas do Taleban na comunidade em que vivia, já que naquele ano os extremistas haviam fechado mais de 150 escolas para meninas e explodido outras cinco.

O caso de Malala causou comoção e revolta em todo o mundo e o objetivo maior, neste momento, é salvar a vida da jovem, que foi transferida para o Reino Unido, em estado grave. Caso a paquistanesa sobreviva, a preocupação passa a ser a segurança dela e da família, já que ela continua recebendo ameaças do Taleban, que usa a lei islâmica como justificativa para atos de extrema ignorância e desrespeito ao ser humano.

Os extremistas Taliban já garantiram que, se a jovem sobreviver, irão atacá-la novamente, citando que “qualquer um que faça campanha contra o Islão e a Sharia (lei islâmica) deve ser morto” e que “não é apenas permitido matar uma pessoa assim, mas obrigatório”. Questionamos aqui qual é o direito de se tirar a vida de uma pessoa porque esta quer estudar e ter melhores oportunidades de vida?

O Paquistão é famoso por sua realidade sangrenta e principalmente por tratar o sexo feminino com discriminação ao proibir que as mulheres frequentassem escolas e construir parques exclusivos, cercados por muros e com segurança. Neste contexto, Malala Yousafzai se tornou símbolo da resistência contra os Taliban do país, venceu o “National Peace Award for Youth”, no Paquistão, e foi nomeada para o International Children’s Peace Prize, da Dutch Kids Rights Foundation.

Malala não é uma rebelde. É uma criança com uma visão de mundo e com direitos como toda e qualquer pessoa. É inaceitável que, em pleno século XXI, ainda existem casos chocantes e inacreditáveis como esse. Vivemos em uma comunidade mundial que preza pela igualdade de direitos e onde inúmeras mulheres se destacam, cada vez mais, em postos de comando nos países desenvolvidos e em grandes empresas, mostrando seu empenho, dedicação e competência.

Além disso, no Brasil, o acesso à educação se constitui como direito fundamental e essencial ao ser humano e diversos são os documentos que corroboram com tal afirmação e assim deveria ser em todo o mundo. De acordo com pesquisas realizadas pela Unesco, constatou-se que milhões de pessoas ainda não tem acesso à educação, onde “ (..) mais de 100 milhões de crianças, das quais 60 milhões são meninas, não tem acesso ao ensino primário e (..) o analfabetismo funcional é um problema significativo em todos os países industrializados ou em desenvolvimento.

A educação é um fator diferencial para qualquer país e indivíduo, uma vez que através dela é possível ter maiores chances de conseguir trabalhos qualificados, além de participação ativa na vida democrática, possuindo pleno conhecimento dos seus direitos e deveres e usufruindo dos mesmos. Não podemos permitir situações como as vividas no Paquistão se repitam.

A nova classe média

Os investimentos e as políticas econômicas brasileiras tem surtido efeito. Na última década, o perfil socioeconômico do país mudou – e muito. A principal mudança foi o fortalecimento da classe C, que passou a integrar a classe média.

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13 milhões de analfabetos

Somos mais de 190 milhões de brasileiros, entre esses estão quase 13 milhões de analfabetos. Número reduzido em apenas 1% em três anos. A preocupação é ainda maior quando temos acesso aos dados que colocam a região Nordeste com a maior concentração desses analfabetos, 52,7% ou 6,8 milhões de pessoas.

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Quebra de confiança

Conquistar o voto do eleitor. Isso é o que move os candidatos aos cargos políticos no período eleitoral. Contudo, a conquista do voto vai muito além da apresentação de propostas em campanhas repletas de músicas e distribuição de santinhos pelas ruas. É preciso conquistar a confiança do eleitor.

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