A urgência das reformas administrativas

Diminuir gastos com o funcionalismo e garantir a autonomia nas universidades públicas através de financiamento privado. A rejeição a estas propostas paralisa a terra da liberdade, igualdade e fraternidade. Em uma nação onde o serviço público é uma marca cultural, com 5,1 milhões funcionários para atender uma população de 63,7 milhões, com serviços de altíssima qualidade, onde praticamente não existem hospitais e faculdades da iniciativa privada, é compreensível a mobilização popular na França contra qualquer projeto que venha a alterar o status quo. Já no Brasil, onde, ao contrário do país de Nicolas Sarkozy, as repartições estão longe de oferecer serviços a contento, apesar das altas cifras investidas, reformas administrativas se fazem urgentes. Mas aqui do outro lado do Atlântico a resistência também é do governo, que anda de braços dados com os sindicatos e demais grupos encastelados nas autarquias públicas.

Publicado por Janguie Diniz em novembro 21, 2007

Brasil caí no ranking da competitividade

O peso da carga tributária, o aumento da taxa de juros, a burocracia e os gastos públicos fizeram o País desabar no ranking da competitividade, de acordo com o último Relatório Global divulgado pelo Fórum Econômico Mundial. O Brasil caiu de 66º lugar para 72º, dentre 131 países. Enquanto isso, o presidente Lula continua a “subir no palanque” para defender a prorrogação da CPMF, argumentando que nenhum governo poderia abrir mão de uma receita fiscal tão volumosa. Em outro discurso, o Presidente repudia aqueles que insistem em acusar o palácio por instituir uma onda de concursos públicos e pela criação de novas pastas ministeriais. Fatos como estes só corroboram com o regime de engorda do Estado mastodôntico, que tende a jogar na ribanceira o poder de competitividade brasileiro, se já não bastasse estar atrás de países como o Azerbaijão.

Publicado por Janguie Diniz em novembro 1, 2007


Todos os direitos reservados.